Festival da Abóbora em Moimenta da Beira premiou exemplares mais arrojados do ano

21/11/2021 10:24

O mercado municipal de Moimenta da Beira recebeu o X Concurso de Abóboras, inserido no II Festival da Abóbora. A competição queria encontrar o vegetal “mais pesado”, “maior” e “mais original”.

No total houve 17 candidaturas, igualando o último evento, apesar de este ano ter sido mau para este legume, conforme atestaram os próprios agricultores. Ainda assim, houve abóboras para todos os gostos e feitios, neste encontro em que estiveram presentes o Presidente da Câmara, Paulo Figueiredo, o vice-presidente, António Caiado e os vereadores Mónica Gertrudes e Hugo Bondoso.

Os prémios foram atribuídos: a mais pesada tinha 60 quilos; a maior tinha 1,10m, ambas vindas do Arcozelo, da família Dimas, Flávia e Georgina.

Já para a escolha da mais original, a organização fez uma seleção aleatória de um pequeno grupo para a constituição do júri que, entre imensas abóboras minúsculas das mais variadas formas. Foram escolhidas duas, unidas em forma de flor, como duas gémeas siamesas, que deram o prémio de originalidade a Rosária Almeida, de Aldeia de Nacomba. «Já a tinha em cima de um móvel porque pensei que o concurso tinha sido na semana passada, mas depois soube que era hoje, trouxe-a logo».

O Festival incluiu também uma competição para as escolas: o II Concurso d´Abobrinha Ecológica, que apelou às turmas/escolas para fazerem ou decorarem abóboras com material reciclado. O primeiro prémio – a mais criativa – foi para a Santa Casa da Misericórdia, o segundo – a mais ecológica – foi para a AMAI, e a Escola Básica do primeiro ciclo recebeu um prémio pela participação. Tudo em materiais didáticos, desde livros a jogos.

Entre a animação proporcionada pelo Grupo de Cantares do Município e o Magusto, com castanhas oferecidas pela União de Freguesias de Peva e Segões, o Presidente da Câmara Municipal não deixou de louvar a iniciativa, referindo que o uso da abóbora nas Terras do Demo, não sendo o produto agrícola que mais nos carateriza «é muito usado no nosso quotidiano, quer nos doces, nas sopas, além de dar para fazer coisas muito bonitas».

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