COVID-19: Vacinados já não precisam de testes para eventos desportivos, culturais e familiares

13/10/2021 11:47

A população com a vacinação completa há mais de 14 dias deixam de precisar de fazer testes de rastreio à COVID-19, em alguns contextos, como reuniões familiares e eventos culturais, desportivos ou cooperativos. Esta foi uma norma atualizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS), esta quarta-feira.

Segundo a DGS ficam também dispensados de testes de rastreio periódico os residentes, utentes e profissionais de unidades de Cuidados Continuados Integrados e instituições de apoio a migrantes e refugiados, assim como nos estabelecimentos prisionais e centros educativos que apresentem esquema completo há mais de 14 dias.

Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal.

Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, não terão de realizar testes regulares os doentes nem os acompanhantes, desde que tenham o esquema vacinal completo há mais de 14 dias. 

Nas restantes situações mantém-se a indicação para a realização de testes independentemente do estado de vacinação como, por exemplo, a realização de procedimentos gerados de aerossóis e antes do internamento hospitalar.

Mantém-se igualmente a realização de testes laboratoriais nas unidades prestadoras de cuidados de saúde antes da cirurgia eletiva, da admissão para assistência ao parto e da admissão em unidades de cuidados intermédios e intensivos.

A norma da DGS refere ainda que as pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias devem manter a realização de testes de diagnóstico da covid-19 “em caso de suspeita de infeção por SARS-CoV-2” e “em contactos de risco com caso confirmado”.

A informação hoje atualizada, para adaptar a estratégia nacional de testes à elevada cobertura vacinal da população portuguesa e à atual situação epidemiológica, define ainda que os testes laboratoriais não devem ser realizados em pessoas com história de infeção por SARS-CoV-2 nos últimos 180 dias após o fim do isolamento, a menos que apresentem sintomas sugestivos da doença e sejam contacto de um caso confirmado nos últimos 14 dias.

Outra alteração introduzida pela Norma diz respeito à recomendação para a realização, em doentes com critério de internamento, de testes para o vírus da gripe (vírus influenza A e B16) e vírus sincicial respiratório (crianças com menos de 2 anos de idade).

//Lusa e Redação//

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