Autarquia de Viseu avança com concurso para nova Área de Acolhimento Empresarial

22/07/2021 18:47

O Município de Viseu anunciou que vai avançar com o concurso para a 1ª fase da nova Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa (AAEL). Este espaço vai reforçar, no entendimento da autarquia, «a oferta de solo industrial qualificado no mercado, fomentar o emprego e fixar populações».

O lançamento do concurso foi aprovado, esta quinta-feira, em reunião de Câmara. O prazo definido para a execução da obra é de 12 meses e representa um investimento global superior a 4,5 milhões de euros.

A 1ª fase das obras de urbanização da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa prevê já a construção e implementação de peças e estruturas essenciais para o bom funcionamento do espaço. Serão incluídas na empreitada infraestruturas hidráulicas, ETAR, plano de acessibilidades, arquitetura paisagista, plano de segurança e saúde ou o plano de prevenção e gestão de resíduos, entre outras peças.

«O Município de Viseu definiu, como um dos seus eixos prioritários, transformar o concelho num polo de atratividade de investimento, no domínio da Competitividade Empresarial. A AAE de Lordosa é uma obra fundamental para fomentar é um passo decisivo para cumprir este objetivo», explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu.

«Com mais este importante investimento, esperamos potenciar a centralidade geográfica de Viseu e, dessa forma, captar para o concelho e para a região, investimento direto estrangeiro qualificado», acrescenta a autarca.

O executivo viseense esclarece, ainda, que numa primeira fase, a «AAEL irá suprir uma clara falha de mercado existente na região, atendendo à escassez de oferta de solo para a instalação de empresas, em contraponto com a elevada procura. Posteriormente, proporcionará às empresas um ambiente de negócios favorável e propício à melhoria da sua competitividade e ao aumento da cooperação empresarial».

A infraestrutura deverá começar a receber empresas a partir de 2022 e o investimento contará com financiamento através de fundos europeus (CCDR – Centro) na ordem dos 85%.

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